31.1.14

Vou arranjar um disco para a minha memória de concertos

Já tive a sorte de ver muito concerto, desde os bons aos épicos, passando pelos mais ou menos e não é conveniente esquecer os maus. Nos primeiros a que fui ainda não se tinha massificado a Internet, os telemóveis e o nosso comportamento social virtual e isso faz com que dê ainda mais valor à minha memória e a queira colocar numa caixinha à prova de Alzheimer, não vá o bicho morder daqui a 30 ou 40 anos.

Vi concertos da mesma banda com 12 anos de intervalo pelo meio (1996 e 2008), como no caso dos Rage Against The Machine e pareceu-me que nada tinha mudado. Estive anos à espera de ver os Beastie Boys e depois, no espaço de três dias vi-os duas vezes em Lisboa (Alive e Aula Magna). Vi três vezes os Faith No More, incluindo o seu último concerto antes de "acabarem" em 1998 e voltei a vê-los em modo ressureição dez anos depois.

Podia continuar a lista, conforme me vou lembrando das coisas, mas a tarde foi de freestyle surfing no Youtube, a apanhar playlists do ar e pequenos segmentos que me deixam satisfeito por me lembrar de certas coisas tão bem.



E por aí em diante...

1 comentário:

  1. Parece que já dividimos o recinto umas vezes. Também me dava jeito um...que acho que a memoria de peixe que me assiste me vai lixar bem depressa

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