27.2.13

Comédia luso-iraniana



Assim por ordem de sitcoms – Família Moderna em primeiro e depois, renhido mas muito renhido Toni no Traktor no Irão. Mexeram no cast do tradutor, meteram um que rivaliza em bigode com o protagonista e ainda por cima que traduz de espanhol para farsi. O nível está a subir.



Meus amigos, é genuína comédia porque é natural. E já diziam os outros que o que é natural (e nacional) é bom.

25.2.13

As vocações, os cursos e a (ir)realidade à nossa volta

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Gostava de escrever isto numa altura em que o desemprego não fosse uma realidade que se espalha a olhos vistos dentro do nosso círculo de amigos, que bate à porta de gente da nossa família e que, mais assustador do que ser apenas desemprego, assusta por não ter solução à vista, nem sequer a médio prazo.



Mas infelizmente o meu gosto não é para aqui chamado e esta realidade também tem que ver com anos e anos de ensino universitário mal estruturado a nível público e universidades privadas mais preocupadas em facturar do que em adaptar a sua oferta e o seu serviço às necessidades do nosso país. Já se sabe que há muito que deixámos certos sectores a decair e hoje em dia somos essencialmente um país de serviços mas, infelizmente, no que ao ensino diz respeito a expressão que me ocorre é o desabafo “bonito serviço”.



Fizemos uma transição demasiado lenta, a meu ver, a partir de um ensino universitário académico não massificado em que quem acedia às universidades ou tinha uma posição social que, independentemente do curso que tirasse, lhe garantia o acesso a um emprego na área ou tinha a capacidade (num Portugal pós 25 de Abril) de se destacar em áreas que eram relativamente novas e tinham capacidade de encaixe para o número de licenciados ainda reduzido.



O boom do acesso ao ensino universitário a partir dos anos 90, teve o mérito de democratizar um nível de ensino superior para várias camadas da população mas não teve o cuidado de se preocupar com o volume de licenciados produzidos em áreas para as quais não havia escoamento profissional possível, nem também de dar ao ensino um cunho prático que muitos dos decanos universitários continuam a abominar, porque não foi nessa perspectiva que fizeram toda a sua carreira.

As universidades privadas, que compensaram o numerus clausus das públicas oferecendo a quem não obteve as médias a oportunidade para seguir a sua vocação a troco de uma simpática mensalidade, nunca fizeram uma integração profissional devida entre a sua oferta, os seus alunos e o que se segue a seguir a teres nas mãos uma licenciatura paga a peso de ouro.



Não é preciso mencionar cursos, embora grande parte deles sejam na área das ciências sociais, para saber que essas áreas hoje em dia continuam a ser focos de licenciados no desemprego e não é por isso que continuam a ter menos candidatos no acesso aos cursos.



A minha opinião, que é coisa para valer 2 cêntimos, é que boa parte dos cursos de ciências sociais devia ter uma vertente comum e prática muito mais abrangente nos primeiros anos, com as especializações a serem muito mais flexíveis após isso, dentro dos campos de interesse, revistas de x em x anos para se adaptarem à realidade. O grosso da parte teórica, tal como o aprofundamento das vertentes mais académicas ficariam mais para a frente, para quem tiver possibilidade e capacidade de investir nas mesmas.



Quanto mais multidisciplinares forem as pessoas, maior será a sua capacidade de adaptação e eu já nem falo do que é a sua vocação e a forma como a mesma se enquadra na nossa realidade (versus emigração). Eu tenho a sorte de trabalhar na minha área de estudos (com as queixas todas a que tenho direito) mas, feitas bem as contas, o que eu aproveitei daí para o meu quotidiano profissional é mesmo a vertente genérica, já que a especialização era completamente datada e nada adequada à realidade do meio. No entanto, ao meu lado e a fazer o mesmo que eu, já tive gente formada em psicologia, física, direito ou arquitectura e com as mesmas capacidades e até melhores talentos. Se calhar, a vocação deles só surgiu mais tarde ou foi o percurso que lhes foi abrindo os olhos mas, a verdade, é que nem sempre o caminho é aquilo que imaginávamos antes de o percorrer.



Uma reforma do ensino é uma tarefa quase tão gigantesca como a reforma da expectativa das pessoas, que muitas vezes se agarram com unhas e dentes a um curso e à ideia de uma vocação, que por vezes está muito longe de ser garantia de felicidade ou satisfação instantânea.



Acredito que os sonhos se podem realizar e que quem os tem deve lutar por eles mas também acredito que um curso está cada vez mais longe de ser o sítio onde apostamos o nosso futuro com toda a força. Porque a realidade muda cada vez mais depressa, as nossas expectativas e os nossos desejos flutuam cada vez mais e o ensino permanece, na sua generalidade, estático e passivo, à espera que todos se adaptem a ele.

22.2.13

E, à porta daquela sala, quiseste salvar o mundo



O filme era dramático e o fim não era bonito, estragou-te a maquilhagem. Tu que tinhas jurado que isso não ia voltar a acontecer, que não ias sair da sala para defender uma floresta selvagem, adoptar uma criança do outro lado do mundo ou, simplesmente, a querer fazer daquele dia O dia em que tudo mudava.

Porque o hoje cedo se transformava no amanhã, a memória do filme esbatia-se no filme da vida e tudo ganhava forma de um sonho esquecido que só surge escondido no meio do suspiro mais fundo. Até ao dia em que nova fita começava a chamar por ti, o gosto pelo cinema levava mascarado o gosto pelo sonho e, sem que desses por isso, o convite estava feito, os bilhetes estavam comprados e a sala começava a escurecer.

Mas por mais forte que sejas, a tua força também se faz de lágrimas e a tua maquilhagem não é tão forte como tu. E o fim, que não foi bonito do filme que era dramático deixou-te à porta daquela sala, decidida a começar pelo mais fácil, que era salvar o mundo.
Começando pelo teu.

21.2.13

As questões do momento – O cheiro a Brise e esquizofrenia de gelados

Saturado de fazer todos os trocadilhos de mau gosto possíveis em relação ao caso Pistorius e a sofrer de um hipsterismo que me impede de comentar temas demasiado mainstream como aPapagões no Vaticano, meteoritos ou Playstation4, vi-me perante um dilema. Poderia falar sobre trivialidades como os Óscares ou abordar assuntos realmente importantes, como o mundo dos ambientadores e da gelataria industrial.

Em relação ao primeiro, agarrem-se bem porque aquilo que tenho para vos dizer poderá abalar-vos – Salvo excepções milenares, não existe um único anúncio bom de ambientadores para casa. Existem os menos maus, os tragicamente maus e os simplesmente ridículos mas, no entanto, não há nem uma brisa de anúncios vagamente interessantes. Podem dizer-me que o produto é difícil, que nos pensos higiénicos é que é uma vergonha e por aí em diante e eu dou-vos muita razão.

Mas depois de ter visto 500 bonecos ridículos a falar de cheiros em casa, situações do quotidiano em que o mau cheiro se mistura com cheiro a humor estragado e dramatizações excessivamente dramáticas, parece-me que se passa sempre ao lado das soluções mais simples.

Veja-se um dos mais recentes exemplos:





 É nitidamente visível que a senhora em causa empenhou todo o seu dinheiro para ter uma casa altamente pós-moderna e não lhe sobrou dinheiro para os interiores. Além disso, se eu não soubesse que o original é possivelmente francês, diria que se esforçaram para que as ouvíssemos sem nunca lhes ver a boca a mexer ao ritmo certo. 

Ainda por cima, convidou uma amiga para ir ver a sua casa nova. A amiga, para comemorar, oferece-lhe um Brise. Faz sentido, não raras vezes hesito entre levar uma garrafa de vinho, uma orelha de porco ou então um ambientador quando sou convidado para coisas do género. Mas atenção, isto não é um Brise ranhoso a dizer que a tua casa nova cheira mal, isto é um objecto de design, daqueles que não se encontra na loja do chinês. A amiga, ao receber o Brise não retribui com um sorriso amarelo, mas sim com uma espécie de orgasmo que a leva a sentar-se com ar deliciado. Mais uma vez, uma dramatização bastante real e que tem plena correspondência à realidade. Ainda outro dia passei pela zona de ambientadores gourmet numa grande superfície e basicamente encontrei um ror de senhoras a esfregarem-se nas prateleiras, tal era o seu desvario.

Mas o que interessa a realidade, se o que queremos é gente a alucinar de alegria com um Brise tão discreto, tão trendy, tão surpreendentemente espantoso? Pelo que vejo, muito pouco.



E agora, o momento cultural do dia: a marca de gelados Olá, caso não saibam, sofre da esquizofrenia de mercado que a leva a sofrer de nomes diferentes em muitos países, mantendo sempre o coração como logótipo. Em Espanha é Frigo, na Grã-Bretanha e mais uns quantos países é Wall’s (denominação original) e no Brasil é Kibon. O que eu não vou dizer aqui é como se chama na Venezuela, para que se possam divertir imenso a procurar – só vos digo, sorte de quem tem um.

19.2.13

O fim do mundo e o Fernando Mendes a fazer o Harlem Shake



Meteorito que explodes na Rússia, porque apoquentas esse povo que no últimos cem anos já teve tanta coisa com que se entreter. Possivelmente, sendo um meteorito, és duro de ouvido e pouco dado a coreografias/fenómenos virais, preferes trajectórias não calculadas e criar efeitos de luz no céu e no lombo do incauto cidadão de leste.

No entanto, peço-te que avises lá em casa, sobre os efeitos nebulosos que o Harlem Shake anda a causar. Não é por nada, mas provavelmte terás um primo pequenito que poderia cair no sítio certo à hora exacta e evitar coisas assim.



PS – Num gesto de pura maldade, fiz uns cálculos e já percebi porque é que o Fernando Mendes não sai do Preço Certo. É fisicamente impossível conseguir tirá-lo do estúdio, o que só reforça a conveniência de um meteorito.

18.2.13

TeleCulinária para espectadores infantis

Longe vão os tempos da televisão com toque de culinária das Sôras Donas Filipa Vacondeus e Maria de Lourdes Modesto e a era onde Carlos Capote era um dos expoentes do típico "cozinheiro" (chef era coisa de francês, estilo Michel) português de barriga proeminente e bigode ou sotaque beirão.

Lembro-me que aqui há alguns anos chegámos a ver cá os Ready, Steady, Cook da vida e em fase de transição para os Jamie Olivers e Gordon Ramsays também havia aquela delícia descontraída da Roça e dos Tachos com toque de São Tomé.

Hoje em dia é a loucura, a culinária é trendy, é sexy e fica bem na televisão. Há chefs portugueses (alguns de qualidade) a brotarem como cogumelos e os programas internacionais de televisão estimulam o bichinho que antigamente era coisa de donas de casa, apesar de em ambientes domésticos sempre terem havido machos com dotes culinários, só que era coisa de efeméride muito possivelmente, muito pouco dada ao entusiasmo diário da cozinha.

Aliás, surpreende-me que, tal como existem as escolinhas de futebol, não comecem a surgir pequenos estabelecimentos de ensino que comecem a produzir mini chefs, uma saída profissional que certamente fará mais sentido do que os carregamentos de advogados, jornalistas e arquitectos (só para mencionar alguns) que continuam a ser servidos em cama de desemprego e salada de exploração.



Mas pronto, agora que já alinhavei aqui umas linhas que até fazem parecer que há um propósito, só queria dizer que o programa do Avillez na Sic Mulher me proporcionou na passada semana um lote de minutos de puro divertimento pueril. Era Carnaval, o senhor estava a fazer mini-hambúrgueres e disse que para acompanhar ia preparar confetis. Alto e para o zapping, que já me despertaste a curiosidade, pois quero saber se os putos vão comer serpentinas ou se ali há truque.

Rapidamente José esclarece que os confetis não são mais do que vegetais cortados fininhos e preparados para servir junto com a carne. Começa a preparar os ditos confetis, cortando beterraba e alertando que a mesma vai tingir o molho e eis quando diz algo como "É muito divertido e a seguir, aproveitando isso, vou pintar o nabo de cor de rosa...".

Ele seguiu como se nada fosse, mas a mente perversa e o excesso de contacto com a linguagem em calão criou na minha cabeça uma imagem mental que a expressão "é divertido e vou pintar o nabo de cor de rosa" me transportou para um universo muito debochado e perigoso para as crianças que tivessem esses confetis pela frente.

Resultado: Três minutos de riso imbecil e um aleluia pelo facto da Sic Mulher disponibilizar estes programas online.

17.2.13

Random facts académicos de domingo à noite

tive uma professora de francês que era anã. Também já tive uma professora de francês que era Ana.

Na universidade tive um professor que disse que eu era o urso  da turma e acrescentou que tal era um elogio. Não rugi de alegria porque tinha a boca cheia de mel.

Já escrevi uma pergunta de desenvolvimento, para passar a uma cadeira, sobre a importância do polegar oponível para o desenvolvimento cultural humano. Basicamente, se não fosse isso, hoje não sabíamos o que era fazer um like.

A última cadeira que fiz foi Economia. A primeira foi História. Curiosamente, nos dias que correm, boa parte da minha economia tende a passar à história.

14.2.13

A triste história de dois pacotes de chá


Camomila era calma, serena e pouco ou nada a conseguia perturbar, nem sequer um dedo mindinho esticado junto a uma chávena. Sem que fizesse por isso, tinha o dom de acalmar os que com ela privavam e muitos eram os que a ela recorriam em horas de maior aflição sendo que, para além de todos estes predicados, há que dizê-lo tinha também um belo pacote. No entanto, longe da exuberância de outros chás, não era dada a chamar a atenção para as suas propriedades.

Por seu lado, Earl Grey era tudo o que o seu nome indicava. Pedante como só um chá com nome de nobre inglês consegue ser, tinha horas certas para ser servido e um toque de citrinos muito específico. Ele era quem atribuía o gosto refinado aos seus convivas. Tendia a olhar para os outros chás com a condescendência própria de quem se acha diferente entre iguais mas, entre toda uma personalidade complexa, tinha o condão de animar e dar vida a uma sala onde estivesse, se a isso se dispusesse.

Quis o destino, a vida e uma casa onde se bebia muito chá que se encontrassem ambos na mesma caixinha. Não foi amor à primeira infusão, até porque entre eles estavam o Rooibos e o Jasmim que, apesar de muito perfumados e delicados, não eram gays. Vestindo a sua melhor saqueta, Earl Grey começou por se mostrar altivo, intenso e embora não se apercebesse, narcisista. Ora isso não só não impressionou Camomila, que manteve o seu pacote discreto, como rapidamente levou Earl Grey a pensar que talvez precisasse de meter água. Foi assim, mais suave, que o que havia de melhor em Earl Grey começou a cativar o que em Camomila puxava por mais animação.

Tudo parecia correr bem e, apesar de não o serem, num dia dos namorados Earl Grey disse que a gostaria de levar a passear , pediu que lhes preparassem duas das melhores chávenas e que era bom que desta vez não viessem com uma migalha que fosse. “Bonito serviço” pensou Camomila, enquanto delicadamente testava à água para ver se estava quente o suficiente. Lado a lado, cada um na sua chávena, foram a sítios nunca antes vistos e ouviram conversas nunca antes ouvidas. Partilharam sorrisos junto a scones, admiraram cheiros intensos de compotas caseiras e viram pela primeira vez de perto uma manteiga sem ser de pacote.

Tudo era lindo, tudo era maravilhoso mas, de repente, a tragédia instalou-se. Relatos da TVI dizem-nos que Camomila foi raptada da sua chávena por um grupo de dedos encapuzados e sacudida violentamente junto ao lava-loiça. Earl Grey por momentos pensou que era por causa do seu estatuto nobre e que lhe iriam fazer um pedido de resgate mas, cerca de treze minutos depois um novo grupo de dedos que até podia ser o mesmo, porque continuavam encapuzados, não só veio deitar as suas teorias por terra, como o levaram pelo ar. Mais umas pauladas no lava-loiça, eis que se abre um alçapão secreto e escuro e eis que Earl Grey se vê atirado lá para dentro.

Sozinho, no escuro, Earl Grey pensou em chorar, mas um chá não chora, nem sequer na xícara. Encheu a saqueta de ar e logo se arrependeu, dado o cheiro nauseabundo que se instalou. Foi aí que resolveu chamar por Camomila, que lhe respondeu com ligeira irritação “Estou aqui, deixa-te de gritarias”. Earl Grey, pouco habituado a este tipo de ambientes, perguntou-lhe que raio de caixa era aquela e que chás horrorosamente fétidos eram aqueles que privavam com eles. Camomila suspirou e delicadamente disse-lhe “Ó meu palonço isto é um caixote do lixo e, tirando nós dois, não tem mais chás, só lixo mesmo”.

Na altura Earl Grey não percebeu muito bem o que lhe estava a acontecer.
Três anos mais tarde, a viver agora numa lixeira perto de Valado dos Arcos ainda não percebe. Vive com Camomila e as três saquetinhas que tiveram juntos Lúcia Lima, Lúcia Liu e Lúcia Piloto, que se tratam entre si por Irmã Lúcia. No entanto, acima de tudo, vive com a memória que o leva recorrentemente a contar a história do dia em que viu pela primeira vez uma manteiga que não era de pacote.

8.2.13

São tipo tiques de linguagem


Quem comunica e não vive debaixo de uma rocha, sujeita-se não só a captar vícios de linguagem, como também a gerar o seu próprio lote de pequenos tiques de conversação que, ciclicamente, vamos debitando com maior ou menor frequência.



Às vezes damos por eles e conseguimos corrigir, outras vezes são os outros que nos chamam à atenção e, neste último caso, muitas vezes a nossa reacção inicial é “Quem, eu? Não estou nada sempre a dizer isso...”. Mas depois, quando nos afastamos, começamos a analisar a coisa e caída do céu vem a noção que o que nos disseram afinal até é capaz de ser verdade. E depois começa a batalha da correcção, que nem sempre é algo que lá vai com falinhas mansas.



Sem me esforçar muito, tiques de linguagem trendy neste momento ou que são cíclicos:



“Brutal” – Uso institivo desta palavra para definir qualquer coisa surpreendente.



“Validar” – Antigamente só se utilizava o termo para títulos de transporte, agora em meios profissionais ouve-se mais do que “Bom dia” (a par de feedback).



“Tipo” – “É tipo isso”, “Tipo, passou-se...”, “Foi do tipo”, isto é, o uso atípico de tipo para tipo todo o tipo de situações.



“Hipster” – Está a caminho de entrar no Olimpo dos termos trendy, vintage e gourmet, na definição de tudo o que é pseudo pós-moderno.





Mas não se pense que estou acima destas micro-falhas. Recentemente dei por mim a entrar numa clínica de reabilitação de linguagem depois de me ter apanhado várias vezes a dizer “Das duas, uma” e “É bom que vejas”, mesmo quando tal não fazia sentido nenhum ou era perfeitamente substituível por expressões mais funcionais.



E é bom que vejam que das duas, uma – Ou isto resulta ou este texto não faz sentido nenhum.