19.9.13

Desastre nuclear na Costa da Caparica

É a minha única explicação plausível para o facto de ter podido contar pelos dedos das mãos as pessoas que estavam na praia hoje, com um dia perfeito para a prática da imobilidade balnear, intervalada pela disciplina de mergulho bem longe de ser olímpico.

Fiquei ali à espera de ver o cogumelo nuclear a surgir a qualquer altura ou peixes mutantes com três cabeças e cartão de eleitor na trafaria, mas nada. Só um vendedor de bolas de berlim, totalmente desanimado pela extensão de areal a percorrer face ao número de utentes das areias.

Sim, há criancinhas e universitários já em aulas, sim há eleições à porta e é grande o medo de poder ser atacado por um candidato com brindes no parque de estacionamento da praia e sim, ir curtir o desemprego para a praia já é demasiado mainstream mas, ainda assim...

5 comentários:

  1. A praia devia estar plena de alforrecas. Eis a razão.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Bem, espero que não me tenha em conta de alforreca, pois apesar de ter passado muito tempo dentro de água não me cruzei com outros seres da mesma espécie.

      Creio que também já abriu a época escolar para as baby alforrecas, se calhar foi por isso...

      Eliminar
  2. Antes plena de alforrecas do que de multidões. Mal posso esperar peço Inverno para finalmente poder apreciar a praia.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Diria que hoje se encontrava tanta gente na praia como é comum ver num dia de Inverno - alguns surfistas, um ou outro veraneante, entre os quais este visigodo que assina o post :)

      Eliminar
  3. Devia ter ido a essa praia nesse dia, então :)

    ResponderEliminar

Se vais dizer alguma coisa, escreve, não fiques para aí a olhar.