17.7.13

Viagra, que nome tão pouco excitante


Quem não tem que se preocupar com estas questões, possivelmente nunca pensou que todos os produtos/marcas, quando a coisa é bem feita, passam por um processo de naming. Normalmente é algo na fase inicial de desenvolvimento do produto e, uma vez mais quando é algo bem estruturado, este processo de naming passa por estudos de referências que se relacionem com atributos da marca, metáforas que projectem aquilo que é a essência do nosso produto e um conjunto de pesquisas que dão origem a uma lista mais ou menos longa.



Depois, muita gente irá opinar, as coisas vão andar para trás e para a frente e, se cairmos no dominó do marketing e da comunicação, o último nome a ficar de pé tanto pode ser a solução mais lógica como a coisa mais irracional...



Ou então, dispensamos isto tudo e vamos logo para a parte do racional irracional. O que é que queremos dizer que o produto faz? Dá tesão. Ah não, assim não dá que isso não é nome de marca, fica muito directo, muito pouco sex-appealing. Então e se for, algo com toque de SMS spicy e canal 18, assim, estilo....







Agora sim, perfeito.
E assim se conclui mais uma reunião no Dpt. Marketing da empresa que comercializa estes produtos, que se deve chamar Votef Oder.

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