12.7.13

O cigarro que apetece escrever



Não fumo, nem nunca fumei.

Como tal, este é um momento verdadeiramente fictício.



A verdade é que, antes de me dedicar à escrita por umas boas horas, tenho por norma o hábito de ouvir uma ou duas músicas, só para ir pondo as coisas em perspectiva, arrumar mentalmente o cenário e relaxar. Não são muitas as músicas que compõem o lote, nem eu sei bem explicar bem o porquê de algumas escolhas.



Esta é uma delas.





É o meu cigarro mental, saboreado até ao último bip. Ainda que depois me dê logo vontade de fumar o maço inteiro. E depois começo pelas correcções, sigo para as enumerações e, finalmente, as ficções.



É o alinhamento do concerto de hoje. Não fosse assim e seria possivelmente assado, até porque no Verão um assado quer-se light.

1 comentário:

Se vais dizer alguma coisa, escreve, não fiques para aí a olhar.