23.5.13

Todo o super-herói precisa de um super-vilão. Até neste blog.




O post imediatamente anterior a este e imediatamente posterior à grande homenagem aqui feita à Exposição dos Oceanos não é fruto de esquizofrenia ou, se é, é fruto de esquizofrenia alheia.

E para percebermos este fenómeno, temos que entender o seguinte conceito:

Todo o super-herói precisa do seu super-vilão e quem não gostar de livros da Marvel, DC e afins, pode pelo menos ver o filme Unbreakable(vulgo, O Protegido) para perceber a essência da coisa numa forma light com o bónus de ver o Samuel L.Jackson com um penteado deveras sedutor.
Os vilões reforçam o propósito de vida dos heróis e ajudam-nos a cumprir o seu destino e, embora seja certo que podiam levar uma vida tranquila a impedir catástrofes naturais e a combater a estupidez humana, os heróis e em especial, os super-heróis, rezam por desafios à altura e gente com ideias inovadoras ao nível da proliferação do mal e do projecto megalómano para dominar o mundo.

Há muito que espaço vive sob o jugo de um tipo que não tem concorrência interna. Que aprendeu a contornar a realidade da forma que lhe dá mais jeito e que o faz regularmente vestindo lycra sob a desculpa que “é para correr maratonas”.
Quando li “O Regresso” ri-me perante a ideia de voltar a partilhar o blog e pelo facto de ter pela frente um indivíduo que combina “diletantismo” e comida no meio dos dentes e o consegue fazer de forma eloquente.

Há muito tempo que a minha gabardine de napa pedia para sair do armário. E isso não quer dizer que a minha gabardine de napa seja gay e se queira assumir. Era apenas um recurso estilístico para me dar um toque de vilão, mas que arruinei completamente ao cair na tentação de fazer uma piada adicional. Maldito sejas.

7 comentários:

  1. O filme umbreakblae marcou o meu ser. Digamos que aquele tocar de mãos entre o S.L.Jackson e o b. Willis no filme e aqueles flash backs de todos os acidentes provocados para encontra o umbreakble foi extremamente sinistro. e Aquela parte em que ele cai das escadas.. ui que arrepio

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    1. Há o risco deste comentário ser considerado um spoiler :p

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    2. Mas ainda há quem não tenha visto este filme? Catano..

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  2. Correndo o risco de ser corrida, o Unbreakable, (que pretendia que o Duo que fez Die Hard 3 com algum sucesso e empatia) continuasse uma dupla para o futuro... como estava a dizer, o Unbreakable foi uma coisinha má de se ver. Filme Mau... mas as coisas são como são...
    Ontem pus a minha filha a ver o Drop Zone ( mais para ver como era o Gary Busey quando funcionava, mal mas funcionava)... sempre achei o filme engraçado. Ontem adormeçi....

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    1. Opiniões diferentes aqui não merecem censura (quanto muito um arzinho reprovador ao lê-las).

      O Die Hard faz o seu próprio trabalho de clonagem, não precisa de ajudas. Em relação ao Unbreakable, a meu ver, longe de ser um histórico, mas é bastante competente.
      É um filme de super heróis que não precisa de super efeitos (pão nosso de cada dia na matéria actualmente) e explica bem a mitologia da coisa, que era o que me interessava puxar aqui. Tem um final mais fraco do que o antecessor "Sexto Sentido", do ponto de vista da realização, mas aí é o problema de entrar nos filmes a pensar no twist.

      Quanto ao Gary Busey, é ir mais atrás, ao Predador 2, nem que seja para o ouvir dizer "I'm the last person in the world you wanna f#"$ with".

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  3. O meu problema com o Unbreakable é que na minha opinião , os personagens não são o Dunn e o Price, não os sentimos como tal. A História é boa, está bem contada. O filme, nem por isso; They don't beling... Teriam que ser outros actores, doutros registos para aqueles papeis.... mas isto sou só eu, e que raio sei eu de filmes ? :)

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  4. Pensa læ se a dupla Edward Norton/ Mr. Burns não funcionava muito melhoe ????

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