16.5.13

As vantagens de não crescermos dobrados


Isto não é uma questão de postura, que nisso continuamos tão marrecos como os nuestros hermanos.

Mas, se temos uma pinga de queda para “falar estrangeiro” (tirando o Mário Augusto) e não parece que temos a boca cheia de papel quando falamos noutra língua que não a nossa, em parte também o devemos às dobragens ou à sorte de não termos crescido com elas. E se o Canal 18 seria um tiro fácil, fui ali ao Brasil buscar um bonito exemplo.



Ah e assim também crescemos com a sorte de perceber que nem todos os filmes são comédia e nem todos os actores dramáticos só conseguem ter um bom desempenho quando parecem estar com prisão de ventre.


PS - Poderoso Chefão é bonito, mas Noviça Rebelde ganha nas horas.

3 comentários:

  1. O Mário Soares é um bom exemplo da nossa queda natural para as línguas...

    (só gostava de ouvir as dobragens dos desenhos animados)

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  2. "Esquadrão Classe A", "O justiceiro", "MacGyver"... clássicos! haha

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  3. vou fazê úma oférta que ele não poderá recusá...

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