17.5.13

A minha costela dread

Ou então é uma orelha. Ou uma lança em África. Ou um beat em Brooklyn. Ou vibrações de uma bola de basket.


Não sei exactamente como começou, mas entre a música que me acompanhou enquanto crescia, nunca faltou o rap, embora nunca tivesse sido devoto exclusivo de qualquer corrente. Mas, quando era mais miúdo, nem sempre era fácil encontrar quem partilhasse este gosto, pelo que os álbuns que rodavam mais lá em casa eram aqueles que havia menos probabilidades de ouvir noutro sítio.

Hoje em dia a coisa já não é bem assim, amigos e referências do género estão em todo lado e é fácil ouvi-las em qualquer lugar. Ainda assim, de vez em quando, faço uma selecção e dedico umas horas ao old school rap.

E nela, certamente podiam constar estas:














3 comentários:

  1. Eu não ouço muito rap, mas quando ouço é deste género de coisas que gosto. Devias por isto no 8tracks.

    ResponderEliminar
  2. Só hinos. Podíamos ter trocado uns discos na adolescência. Aliás... podíamos ter trocado umas cassetes gravadas da rádio, aos sábados à noite, quando o Zé Marinho passava 2 horas seguidinhas. Muito bom.

    ResponderEliminar
  3. Ainda tenho muito CD disto e, mais clássico ainda, dois ou três vinis. Só não tenho mais porque dei uma de filantropo e dei uma data deles a um amigo meu que é DJ, mas daqueles mesmo a sério e não de pacotilha...

    ResponderEliminar

Se vais dizer alguma coisa, escreve, não fiques para aí a olhar.