11.5.13

A bola e uma teia de enganos

Antes de mais, o título não fui eu que o escolhi, foram a actualidade e os Thievery Corporation. E devo dizer, quando quiserem fazer posts que tenham o seu quê de teoria de conspiração e "nós contra eles", não há melhor que passar os olhos por uns quantos títulos de faixas dos Thievery e, já agora, ouvi-las.

Posto isto, antes do mundo de muita gente parar por umas horas, só quero dizer o mesmo que nos dizem nos aviões, em caso de possíveis impactos/aterragens de emergência "Brace, brace (for impact)".

(Não) Vai ser bonito.

E queria concluir com um bocejo em relação ao que o Daniel Oliveira dizia num jornal desportivo, a propósito de, enquanto adepto do Sporting, agora já saber o que é ser adepto do Belenenses ou da Académica e estar sempre a assistir de fora aos momentos decisivos. É um argumento bafiento, ligeiramente condescendente e que quem é verdadeiramente adepto de um desses clubes (como é o meu caso) está habituado a ouvir e ignorar, ao nível de "É um clube simpático, é o meu segundo clube". Lá porque os títulos estão concentrados em Portugal, não quer dizer que o entusiasmo e a dedicação se meça por esses parâmetros. Um bocadinho como alguém que seja (ou tivesse sido) do Bloco de Esquerda, ouvisse "Ah, esse é um partido simpático, mas eu prefiro o PS ou o PSD porque estão sempre a ganhar tudo". Ideologias e preferência clubísticas não se explicam apenas em função de vitórias e títulos. E lá por não termos dinheiro para ir jantar fora num fim de semana, isso não quer dizer que saibamos o que é passar fome.




Vamos então assistir ao fim do mundo em calções e já voltamos.

1 comentário:

Se vais dizer alguma coisa, escreve, não fiques para aí a olhar.