3.3.13

Vou só ali transcender-me e já volto

Acredito que para escrever um livro que valha mesmo a pena escrever das duas, uma: ou tens uma vida plena de experiências que se tornam um valor acrescentado, seja de que forma for, e um livro se torna uma forma de condensares tudo isso e fazeres chegar aos outros a tua experiência ou te transcendes e a tua imaginação te permite criar algo através da tua capacidade de escrita que toca as pessoas e, dessa forma, te torna parte da vida delas através da tua obra.

Tendo em conta isto tudo, vou só ali espetar um garfo num olho e esperar que desse modo esteja a gerar experiência de vida ou, caso isso não resulte, que tal estimule a minha imaginação para tocar os outros, mas não no sentido porco da expressão.


1 comentário:

  1. Tu usas o garfo para te transcenderes, a malta, de acordo com uma anedota do meu tempo, usava para se sintonizar...
    Transcendido ou sintonizado, fico à espera de ser tocada (sem porcaria, faxavôr).

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