2.1.13

Treze só dá azar quando é treuze


Pequena introdução: Tantas vezes fui mauzinho nessa situação, sem no entanto perder um certo glamour que só a dose certa de ironia confere, que um dia fui apanhado no sistema de som de um local público de entretenimento a dizer perante dezenas de pessoas: “Treuze” em vez de “Treze”.

Posto este pequeno acto de auto-flagelação que faz sempre bem para começar Janeiro, quero apenas dissuadir quem me venha enfarinhar o sistema com cenas de ano novo em que treze rima com azar.

Nunca foi o meu caso, antes pelo contrário, se levarmos à letra essas coisas de sorte e azar, coisa que tendo a relativizar dentro do grande panorama das coisas. E sem pôr em causa o meu direito à superstição (e eu tenho umas quantas), posso dizer que o sistema foi posto em marcha com uma das medidas novas instituídas em Dezembro para preparar 2013 e o seu suposto “azar” - O acolhimento deste novo inquilino.

Na pior das hipóteses, conto com ele para absorver qualquer tipo de azar que tente entrar de surra sem pagar portagem. Tipo aquelas cenas roxas que matam insectos com um zaaap em restaurantes e cafés old school.

6 comentários:

  1. Aguardamos o desenrolar dos episódios azarentos que tal indivíduo irá certamente desencadear

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    1. O pequeno acumulador de azar safa-se bem ;)

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  2. Tomei a liberdade de citar o titulo (com devida identificação do link), está brilhante. Fartei-me de rir.
    Bom ano de dois mil e treze

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  3. Sempre que me gozam pela troca do insípido V pelo bem mais interessante B, respondo com um: "pelo menos não digo treuze", ninguém é perfeito...

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    1. Sotaque é tempero, só quando é muito cerrado é que se torna complicado.

      E, desde que não fiques a perder, troca letras à vontade ;)

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