17.9.12

Estou de boca aberta



É assim que me deixa o meu primeiro dia de férias, elogiando sem dúvida alguma o meu sentido de timing. E, embora não me assuste a cadeira de tão ilustres profissionais, não é rara a vez em que não pense por uns segundos no já clássico Marathon Man.

No intervalo, podem sorrir ironicamente e pensar que o peixe morre pela boca, já nós preferimos pagar pela simpática tortura (para nosso bem) em não tão suaves prestações regulares. Caso contrário, não somos nós, mas a nossa higiene pessoal e vida social que podem morrer pela boca.

Ah e ser um simpático velhote a tratar do assunto ou uma jovem dentista de bons atributos não faz qualquer diferença. Resta apenas esperar que nenhum deles tenha veia de talhante.

1 comentário:

  1. O terror do dentista deve ser o terror comum a mais gente em todo o mundo. Mas vai-se esbatendo com as novas técnicas

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