9.7.12

Se não sabes o que escrever, escreve sobre tudo


Às vezes tenho demasiadas coisas na cabeça, quando se trata de escrever. Não tenho culpa, é do género a abertura das portas de um concerto do Justin Bieber e as ideias são como miúdas histéricas aos gritos, cada qual a querer chamar a atenção e não se consegue perceber nada de nada, pelo menos de forma minimamente coerente. E dar chapadas a mim próprio não resolve a coisa.

Quando estou a escrever “coisas sérias” (termo vago que serve apenas para reforçar que boa parte do que escrevo não é “´sério”) a solução é parar por um momento, serenar e coordenar as coisas e depois anunciar cá dentro que o Justin Bieber morreu. O histerismo dá lugar a um momento de pesar, as coisas acalmam e a partir daí é mais fácil pensar nos passos seguintes.

Já quando escrevo para o blog, coisa que pode surgir a qualquer altura, às vezes é bom alimentar o histerismo das ideias, essencialmente porque gosto de experimentar pôr aqui de tudo, desde que isso contribua para que este espaço nunca tenha uma linha editorial, nem seja fácil de rotular.

Noutros dias, o resultado é confuso e nada me satisfaz o suficiente para querer continuar a desenvolver a ideia. Por exemplo, hoje já estiveram para rolar aqui coisas sobre casamentos, crianças, bofetadas, suor e piñatas e embora seja certo que tudo misturaria de uma forma deliciosa num só post, hoje não será assim.

Portanto, para além desta reflexão, vou deixar-vos uma sugestão/pedido: pensem num tema que eu passo aqui mais tarde e logo explico como é que isto vai funcionar.

5 comentários:

  1. Eu caio no histerismo blogoesferiano.
    Gosto. Os outros é que se calhar não.

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  2. Sugestão: e se o mundo acabasse daqui a meia hora?

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  3. Histerismo blogosférico é um bom coneito.

    Quanto ao resto, tenham calma, que ainda não tocou para a saída.

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  4. Bofetadas parece-me interessante

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Se vais dizer alguma coisa, escreve, não fiques para aí a olhar.