22.6.12

A vida é mais estranha que a ficção

E isto não tem nada que ver com bola.

Podemos não voar. Podemos não ter super-poderes apesar de conseguirmos fazer coisas que deixam o comum mortal de boca aberta. Podemos não ser zombies, mas há quem viva como eles. Podemos não saber viajar no tempo, mas às vezes sentimos que estamos fora do nosso. Podemos não gostar de comédias e, ironicamente, viver numa. Podemos não acreditar em contos de fadas, mas lidar todos os dias com bruxas, trolls e continuar a fazer figas para que existam príncipes e princesas. Podemos até não acreditar em extra-terrestres e todos os dias ver coisas do outro mundo.

A verdade é que a vida pode ser mais estranha que a ficção, especialmente porque é real por mais surreal que pareça.




E, tendo em conta o que acabei de escrever, podem imaginar o quanto gosto deste filme.

3 comentários:

  1. Sim, geralmente a vida ultrapassa a ficção. É um chavão.

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  2. Gosto muito deste filme, não tanto pelo "abstraccionismo" do argumento (excessivamente fantasioso, para mim não funciona), mas por causa das coisas simples. Um gajo que se apaixona por uma mulher totalmente diferente, o começar a aprender a tocar guitarra, um gajo que oferece farinhas no primeiro encontro, etc. Todos gostamos de saber que um tax man pode ficar um fixe.

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    1. Aí discordamos, eu acho que o facto da história central ser simples e, como creio que dizes, curiosamente sedutora, liga muito bem com a parte mais fantasiosa da narrativa.

      Mas eu também sou um gajo que gosta deste tipo de cruzamentos de histórias simples e straight to the point combinadas com pormenores WTF?

      Nem sempre resulta, mas neste caso a coisa vai bem.

      Como sempre, da discordância nasce o gosto pela variedade caro Pulha ;)

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