14.5.12

Ligados a tudo, a desligarmo-nos de todos


É irónico que escreva isto para uma plateia essencialmente virtual, mas é apenas mais uma nuance naquilo que esta senhora tem para dizer sobre o crescente fascínio que os telemóveis, as redes sociais e outros que tais exercem sobre a dinâmica do relacionamento interpessoal.

Aviso já, são vinte minutos, mas se têm vindo a assistir à vossa volta a uma crescente preponderância da tecnologia e do contacto à distância na relação com aqueles que vos rodeiam, em detrimento da vertente mais “real”, então isto pode fazer sentido.

É um alerta, não uma visão apocalíptica da coisa e embora seja dito algo como cada vez mais querermos os benefícios da proximidade sem os custos que as amizade real acarreta, acredito que nisto das relações não há determinantes absolutas. Depende de cada um, tal como ver esta conferência ou não.


3 comentários:

  1. Esta senhora diz tudo o que eu sempre quis dizer sobre o uso obsessivo de redes sociais em detrimento de relacoes reais, e acrescenta-lhe o mais importante: o valor de saber estar sozinho, que e' bastante subestimado nos dias que correm. Subscrevo e assino por baixo.
    Se tivesse facebook, partilhava:)
    (Apetecia-me enviar isto a toda a gente que me questiona a toda a hora sobre a nao aderencia ao facebook; geralmente respondo "porque nao tenho paciencia", o que nao e' mentira.)

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  2. Como é que se casa com esta senhora?

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    1. Creio que via anúncio no Facebook não resulta...

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