10.4.11

Nascer do Sol e o requinte das cinco e tal da manhã

Muito já se escreveu sobre o nascer do Sol, incluindo belas pândegas literárias com vampiros, lobisomens e meninas sonsas. É uma bela altura do dia para gastar adjectivos, tirar ramelas e inspirar pessoas a escreverem poesia lírica ou a irem a correr fazer um xixizinho e voltar para a cama.

Para mim, amanhã, o nascer do Sol é trabalho. Mas deixo as queixinhas sobre madrugar e segundas feiras é para quem tem tempo e poucos recursos estilísticos.

Tenho encontro marcado com uma magic hour lá para os lados de Palmela. E, quando assim é, resta esperar que a cabra valha a pena.

Senão sou gajo para arranjar confusão a sério.

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