16.12.10

Entrada a pés juntos no Facebook

Bandalho dado à interactividade virtual, decidi aqui há uns tempos criar um perfil facebookiano para poder dar largas ao dichote artístico que tantas vezes pulula no meu ser. Não crendo eu estar à altura de um patamar de figura pública, criei um perfil pessoal para a minha persona bloguística, sem pretender por algo mais do que aquilo que ela é. O meu número de amigos foi crescendo, nada do outro mundo, mas quase sempre por adição dos outros e muito mais raramente pela minha própria acção.

Até que descobri esta semana que o Facebook tem as suas regras e, pelos vistos, eu estava em incumprimento grave das mesmas. Apesar de nunca ter tido um comportamento incorrecto (para além de um idiotismo itinerante), de não ter usado perfil para qualquer spamming, flamming ou outro tipo de actividading suspeiting, o perfil foi desactivado sem qualquer pré-aviso. Posteriormente, recebi na minha caixa de email, um email standar do Facebook, explicando-me as regras e em que é que eu estava em incumprimento das mesmas, assim como o que teria que fazer para rectificar.

Apesar de constatar que diversos perfis semelhantes ao meu continuam activos e com uma clientela bastante superior, não posso contestar a legitimidade da acção do Facebook no meu caso. Contesto sim o cariz aleatório da acção punitiva e a relatividade de haver ou não pré-aviso, dada a falta de antecedentes ou uma acção deliberada da minha parte, isto não sabendo sequer se a suspensão se deveu a denúncia de alguém ainda mais retorcido do que eu.

Não vou ficar a chorar sobre Mak derramado e posso dizer que estou até já em conversações com o Facebook para comprar a plataforma ou, em alternativa, desbloquear as coisas de forma a poder redireccionar as pessoas para o local certo.

E, por local certo, pode entender-se esta nova página - Mak, o autor e renomada figura pública, que depende apenas da vossa boa vontade, para ser likado e divulgado convenientemente.

5 comentários:

  1. Bem vindo Mak!
    Eu, que devo ter uma mente tão retorcida como a tua, senti a tua falta... E até andei a ver se te encontrava no mundo facebookiano, até que depois de alguma pesquisa (e se calhar de um ou outro copo de vodka) lá te descobrimos (sim, porque não me meti nisso sozinha).
    Agora espero de novo os comentários que vagueiam pelo FB durante o dia e, se calhar, por uma prenda de Natal, não?

    ResponderEliminar
  2. Também tu? Bom, isto tem sido uma razia, o que vale é que não vem mal ao mundo ;-)

    (já lá estou, assim como assim, já sentia falta de te ouvir, quer dizer ler, naquelas doutas citações, desde que também eu fui cruelmente banida, quer dizer o meu alter-ego, porque a verdadeira é a que está lá)

    ResponderEliminar
  3. Fama, eu?

    Só se for tipo aquela série em que até marmanjões andavam de leggings numa escola de artistas. Sempre fui um craque na dança jazz...

    ResponderEliminar
  4. Já me aconteceu também, sem aviso prévio. Podiam era justificar a coisa...

    ResponderEliminar

Se vais dizer alguma coisa, escreve, não fiques para aí a olhar.