19.7.10

Sons do pós-modernismo

Esta tarde ouve-se disto, mas acha-se altamente duvidosa a melena que o indivíduo cançonetista ostentava nesta altura.





(Mas, nem me obriguem muito a falar de penteados na juventude, que eu aposto que 2 em cada 3 mulheres agora na casa dos trinta e picos, ou perto disso, algures na vida fizeram uma permanente da qual se arrependem amargamente, mas que ainda sobrevive em registos fotográficos na festa do primo Zé Humberto ou naquelas férias em Armação de Pêra).

10 comentários:

  1. tenho o orgulho de dizer que sou uma das 2de 30 e pico que NUNCA fiz uma permanente. Mas em contrapartida, andei com uma popa que dava para jogar ténis sem raquete. Milagrosas lacas da época

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  2. Permanente, sim, franja em pé à custa de laca e gel, também, entre outros desastres capilares... Tudo muito bem documentadinho nos álbuns de fotos dos papás babados, infelizmente.

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  3. Touché! Safou-me o facto de não ter franja...

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  4. Meu caro Mak,
    Se há coisa que jamais irei necessitar será de uma permanente. O ar afro não me fica muito bem. Ainda assim posso-te falar da experiencia que é fazer madeixas no Verão. Não sei o que será pior...

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  5. Olha que ele está muito melhor cm o Sex on fire... digo eu. ;)

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  6. @ Geral - Eu disse permanente, porque é certo e sabido que há uma ambição desmedida por ter caracóis entre a população que não os tem.

    E se o jovem não tivesse evoluído no penteado desde 2004, é porque não o andavam a aconselhar bem...


    PS - O rei deste vídeo é Jesus, o baterista impávido e sereno.

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  7. O meu cabelo sofre de disturbios de dupla personalidade. Uns dias acorda todo às ondas e caracóis e outros completamente liso :)

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  8. O cabelo que parece dum personagem dum Robin dos Bosques dos anos 70 ainda é o menos... Então e a maquilhagem? Realmente o audio vai melhor sozinho, sem carnaval, neste caso.

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  9. eh pa, fizeste-me lembrar das fotos do inicio dos anos 80. dos cabels ja falaste. mas e os
    fatos de banho ou de treino, fluorscentes. muitos verdes, amarelos e roxos. Fantastico. Uma onda mesmo à verão azul. E os bronzes que se ganhavam nesses tempos, que ainda n ligavamos ao sol. belos tempos... vou sair agora daqui, de bicicleta a assobiar e a falar espanhol, até ja!

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  10. Sim, confesso, desde muito tenra idade que assassino o meu cabelo com todo o tipo de invenções e variações cromáticas. Permanentes inclusive. E mais do que uma, que sou uma gaja de fé, mas todas elas são etapas da minha vida que apagaria, se pudesse. Começa pelo fedor dos produtos, vem a esperança de nos vermos com uma farta cabeleira à Anjos de Charlie, e finalmente a decepção de nos depararmos com uns caracolitos mirrados e nojentinhos. Finalmente as sessões regulares de puxões de cabelos à frente do espelho e lágrimas de raiva, numa de contrariar a sentença de viver meses com aquele capacete ridículo. Porque era mesmo um capacete!!!: redondinho, compacto, com os bordos suavizados e com a franjinha a meio da testa. E por falar nisso, e que já estou de mau humor: porque raio as cretinas daquelas cabeleireiras nunca perceberam que se vão fazer encher uma cabeça com saca-rolhas, o cabelo vai encolher e a franja tem que ser cortada mais comprida????

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