13.6.10

O regresso do Mak vivo

Há muitas coisas que me agradam em regressar de uma viagem satisfeito, especialmente vindo de férias. Primeiro, quando venho a sorrir, está o facto de não me terem partido os dentes todos. Depois, regressar e poder escrever sobre isso também é sinal que não me partiram as mãozinhas.

Depois de resolvermos esta pequena obsessão com partes do corpo partidas e férias, sigamos em frente.

Quando se vai de viagem, para além das expectativas positivas que se possa ter em relação ao destino (tirando se se vai de férias para a praia da Cruz Quebrada ou para a foz do Trancão, pois aí não há nada de positivo a retirar), hoje em dia há todo um outro manancial de situações a gerir.

Se são daqueles cromos pós-modernos que, tal como eu, gostam de marcar coisas pela net, há sempre o factor adicional – espero que isto não dê em trampa. Dos bilhetes de avião ao alojamento, juntem-lhe o aluguer de carro e umas voltinhas de barco, tudo dependendo apenas de uns clicks.

É certo que é a modernidade, mas no meu caso até às coisas se verificarem há sempre aquela expectativa de ver uma cara vazia à minha frente a dizer-me “Desculpe, reserva de quem?”. Até agora, nunca me aconteceu, tirando uma vez um engraçadinho que me fez essa piada. E, se não é a primeira vez que lêem este pasquim, já sabem que em termos de pseudo-engraçadismo, sou muito territorial.

Portanto, mais uma vez, não foi preciso bater na Madeira, no computador e nem sequer no ceguinho.


E, para que do muito mal que eu possa destilar, não possam dizer que sou mal agradecido, fica aqui uma vénia para quem me deu umas dicas madeirenses. Posso dizer que segui algumas e as coisas correram que nem ginjas.

8 comentários:

  1. E fotos homem? Queremos fotos. Não podes dizer que foste de voyage e não provar. Sou como aquele que tem de ver para crer. :P

    Fora de gozo, ora ainda bem.

    ResponderEliminar
  2. Já é um bocado tarde, mas se quisesses chegar com menos dentes bastava, enquanto na Madeira, dizeres mal do Alberto João. Ias ver logo um magote de chavelhas (é o nome que se dão às pessoas de Câmara de Lobos) em cima de ti.

    Pensando bem, esta seria uma boa advertência a fazer antes de ires de viagem. Bem, fica para a próxima ;)

    ResponderEliminar
  3. Gosto da Madeira. Não devo lá voltar tão cedo . Já recuperaram a Ilha ou continuam vizíveis os estragos do mau tempo ?

    ResponderEliminar
  4. Estive lá no Carnaval e já tenho saudades. Já fui duas vezes e apaixono-me sempre por uma coisa nova. (menos por homens, são todos cópias versão feira do cr, medoo)

    ResponderEliminar
  5. Oh Pipoca, não generalize! Olhe que eu sou madeirense!

    ResponderEliminar
  6. @S - Fotos? Mas tu pensas que este é daqueles blogs em que eu vou aparecer de perfil, junto à baía com as minhas longas tranças a taparem-me o rosto?

    Não vai haver aqui "fotowall", com sorte dois ou três exemplos mais ao final do dia e e...

    @ Ysse - São visíveis alguns danos, mas não de modo muito evidente no Funchal, tirando num ou outro ponto específico. Fora também vais vendo obras de recuperação em diversos pontos, mas não é de longe o Haiti.

    @ Samy - Isso não é um conselho, é um instinto de sobrevivência.

    @ Pipoca - Pois que também gostei do spot, embora também não me tenha apaixonado por nenhum homem. Confesso que também não tentei, nem de longe...

    ResponderEliminar
  7. Ora então é bom saber que as férias lhe correram bem.
    Espero que tenha comido muito bolo do caco e que tenha bastantes pelos milhentos túneis.

    ResponderEliminar
  8. Pois que não faltaram o bolo e os túneis, embora curiosamente não tenha comido bolo em nenhum túnel.

    Fica para a próxima ;)

    ResponderEliminar

Se vais dizer alguma coisa, escreve, não fiques para aí a olhar.