7.3.10

Fazendo do Lobo a história da carochinha


Como já referi anteriormente, os monstros estão na moda. Seja no cinema ou nos blogs, assistimos à capacidade das pessoas se transformarem em seres assustadores e criar histórias arrepiantes. Nalguns casos são precisas horas de maquilhagem e efeitos especiais, noutros apenas algumas linhas e a ausência de medicação apropriada.

Tendo eu espelhos em casa, sempre apreciei um bom monstro e, por já estar servido em termos de blog, optei por ir ver as modas ao cinema. Contrariando o conselho de um amigo, tipo avisado e sensato (pois que na amizade os pólos também se atraem), lá fui ver o Wolfman. E, acreditem, é mais um exemplo da arte do bom trailer.

O Benício é bom actor e fará sempre suspirar algumas moçoilas, o Anthony Hopkins já é um clássico, o Hugo Weaving será sempre o Agent Smith, pelo menos na minha cabeça. Agora, os pobres lobisomens é que não tinham culpa nenhuma.
História previsível, para além do previsível que é lobisomem = carnificina = maldição = amor condenado = carnificina. E os efeitos que, neste filmes costumam fazer as delícias, parece que se esgotaram nas transformações, já que me pareceu que usaram as máscaras do Lobijovem nas cenas restantes. A tosta que comi ao pequeno almoço gerou mais empatia comigo que os personagens e olhem que a tosta não se esforçou muito...

Há filmes melhores para ver? Há, eu próprio já vi uns quantos e ai que é noite de Óscares e esse corropio todo. Não é esse o problema. O problema é querer ver monstros de categoria e acabar com gnomos de jardim.

Por falar em categoria e em Óscares, só espero que hoje haja um momento assim.

3 comentários:

  1. Concelho conselho.
    Hu quers? Ráite?

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  2. convite para seguir a história de Alice, lá no

    --- continuando assim... ---

    ainda vai no início
    espero que gostes
    bj
    teresa

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  3. I care, a lot. Gralha miserável, com algo com que já gozei 10mil vezes.

    Mea culpa, corrigido e agora vou ali vergastar-me com um raminho de oliveira.

    Gracias.

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