Sinto que às vezes me escapam as coisas de que é verdadeiramente importante falar.
As flores, os pássaros, as crianças que maltratam flores e pássaros.
A paz, as pás e o tudo o que está por detrás.
Os sentimentos, os impedimentos e todos esses argumentos peganhentos.
E escrever poesia, assim com muita alegria, mas com uma fixação doentia, por coisas que rimam com poesia e cheirem a maresia.
Peço portanto a vossa ajuda, e também da minha prima surda-muda.
Que temas andam a faltar no blog? Que linhas fazem mais sentido do que as do comboio?
O que é preciso para não terem de levar com devaneios bucólico-pastoris, dignos de um lirismo pós moderno e de um gajo que certamente vai para o Inferno?
PS - Dica não tomar medicação sem antes verificar o prazo de validade.
2009/10/22
Riscos Pedidos
Palavras sábias de
Mak, o Mau
às
10:44 AM
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2 Pseudo-artistas do verbo intervieram:
Vou ali num instantinho tomar a medicação, agora que já te dei atenção. (também rimei, vês?)
Ainda me estou a rir do post anterior... O que me dificulta um bocado o raciocínio. Mas deixa lá as cenas importantes para o Pacheco Pereira. Os flagelos menores parecem-me muito bem.
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