Vivemos tempos difíceis e em Portugal muitas são as pessoas que vivem com a corda na garganta. Mais seriam ainda, se muitas delas não tivessem aproveitado para empenhar também a corda, sobrando agora apenas os atacadores dos sapatos para o efeito.
Mas, crise financeira conjuntural financeira á parte, estou para descobrir uma só pessoa, mas uma mesmo que diga – “Gosto de pedir dinheiro emprestado” ou “Não me importo nada de ficar a dever dinheiro”. É que, não havendo dinheiro, poderia ao menos sobrar honestidade. No entanto, com qualquer pessoas que me cruze, e tenho no meu portfólio de conhecimentos alguns cravas/caloteiros de gabarito, o ódio pela dívida, por quem deve dinheiro faz sempre parte do discurso. Já a prática, diz algo diferente, não podendo lixar bancos e instituições semelhantes, é sempre bem mais fácil lixar amigos e conhecidos…
Caso estejam a pensar que devo ter sido alvo de algum calote recente enganam-se, caso isso tivesse acontecido as minhas mãos não estariam agora no teclado, mas sim no pescoço do artista em causa. Esta é apenas uma situação que me irrita.
Notas no ar – Bros, I owe you nothing (sim, é castigo)
27.6.08
Deves, deves
Rasgo alucinado de
Sérgio Mak
at
12:02
Subscrever:
Enviar comentários (Atom)
Nem li o post, mas a banda sonora arrasou comigo...Um dos primeiros projectos de boys band!!
ResponderEliminarDeves, deves...Não tarda pões aqui o quê? Milli Vanilli...Sim, esses também não deviam nada...à honestidade e ao talento musical.
Proposta alternativa de banda sonora: "Quero o meu dinheiro de volta, não é tarde nem é cedo, quero o meu dinheiro já!!!!"
ResponderEliminar