Tendo a desconfiar de gente que insiste em manter capas de plástico e afins em tudo, da película do visor do telemóvel aos sofás, para além de um período extra-protector normal para coisas novas, que estimo em cerca de duas semanas.
Fazem-me sempre pensar que são aquele tipo de pessoas que fazem a conta do que vão gastar num restaurante antes de começarem sequer a comer, que interrompem uma sessão de amor caliente para ir buscar algo como uma toalhinha turca, não se vá sujar o edredon e que têm um serviço de loiça premium para as visitas especiais, que muitas vezes não é usado durante uma vida inteira.
A todos os familiares, amigos e outros que possa ter ofendido com esta dissertação, deixo três palavrinhas: Estavam a pedi-las.
Envolvido em celofane - Radiohead, Fake Plastic Trees
29.4.08
Filosofia de Mak, capítulo III – O síndrome cebola
Rasgo alucinado de
Sérgio Mak
at
12:16
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Mak hoje estás magnânimo... Período de duas semanas?!?!
ResponderEliminarMais de duas horas e não se fala mais nisso. A não ser que alguma das pessoas que as estava a pedir tenha um Dexter escondido, então aí tudo bem, tem uma boa desculpa.
Adorei o post!
ResponderEliminarO meu irmão mais velho é uma dessas aves raras.
Quando era puto até lambia a almoçadeira para as pingas do Nesquik não escorrem para fora.
LOLLOLOLOLOLOLOLL
@ Cuga - Epá, duas semanas no máximo. E tem de haver atenuantes do género Vírus do Ébola ou parentes incontinentes, isto no caso dos sofás.
ResponderEliminar@ red woman - Usar o termo almoçadeira num blog como este é pisar terrenos perigosos...
Confesso!!!
ResponderEliminarSou uma freak das películas do telemóvel!! Mas fico-me por aí.
Há uma explicação razoável (acho eu!): trabalho numa selva urbana e sou a pessoa mais "mãos de aranha" que conheço, durante um ano vivi com um risco medonho no ecrã de um telemóvel, que me bloqueava a visibilidade dos conteúdos por ter raspado num parafuso, desde então a película do ecrã só sai quando já mete nojo! Obrigado, sinto-me aliviada pela confissão :)
Há lá necessidade de estragar um edredon novinho em folha...;)
ResponderEliminarhei pá! também acho. Edredons não há muitos, há que os estimar...
ResponderEliminarUtilizar edredons ainda embalados??? Mas como é que isso é possível? só o barulho que isso deve fazer... não me parece... Isso já roça a COD (compulsive obsessive desorder)
ResponderEliminarAgora que falas nisso! Esqueci-me por completo, ainda nem sequer retirei aquela capinha de borracha desde que estive ontem com a Ofélia...
ResponderEliminarNota do Tradutor - O episódio do edredon não se refere ao facto do mesmo estar plastificado. Neste caso, o autor tentou revelar o contrasenso que é a preocupação extrema com algo que não faz sentido, dada a situação relatada.
ResponderEliminar@ Sff - Capinha de borracha? Ofélia? Não te esqueças é de pôr o chapelinho qd andas ao Sol, senão dá nisso...
Bom...ou és ignorado, ou pode acontecer algum dos 3 cenários
ResponderEliminar- no próximo jantar de família, quando usarem o serviço, a ti emprestatam-te o caco do cão
- em termos de edredon, quiçá te aterre um edredon reguardado como prenda de anos ou uma mantinha extra para o sofá
- relativamente ao restaurante, a partir de agora pagas tu a conta (recomendo a Casa da Comida, nas Amoreiras)
(telemovel, nada a dizer)
Mak faltou aí o comando da televisão enrrolado em plástico pra completar o ramalhete...
ResponderEliminarMas enrolado com 2 Rs? :)
ResponderEliminarDeve ser com duas voltas de papel aderente! :)
Mak, não sejas extra-sensitive, por favor!
ResponderEliminarNão me piquei minimamente. Serei normal?
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