19.9.07

Filosofias de Mak – Capítulo 2



Quem quer perder um amigo empreste-lhe dinheiro. Só se for parvo, acrescento eu.
Já emprestei dinheiro a vários amigos, nalguns casos autênticos bilhetes de ida e não voltes. Mas, de alguma maneira eles conseguem encontrar sempre o caminho de volta, parece que têm GPS de cravas.
Por isso, emprestar dinheiro a amigos na esperança de que eles desamparem a loja, é tão eficaz como alimentar gatos vadios na esperança de que eles, gratos pela refeição, não voltem no dia seguinte.
Quem quer perder um amigo, tem que se esforçar minimamente, que lhe seduza a namorada/o, o pai ou a mãe ou, caso os anteriores não estejam disponíveis, o animal de estimação também serve.
Que o denuncie às Finanças, que lhe esconda costeletas de porco na bagageira e ligue para a PJ a dizer que encontrou a Maddie ou que o inscreva na família Superstar como primo cantor do Fernando Mendes do Preço Certo.
Tudo isso e muito mais pode resultar. Emprestar dinheiro não.

A rodar - A ternura, já com 15 anos, de ouvir José Carreras e Sarah Brightman - Amigos para siempre

2 comentários:

  1. Lá estás tu a falar de mim pelas costas. Já te disse que te pago, porra. Só que tem sido difícil arranjar notas de 100 escudos.

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  2. tb nao empresto, e depois, nao devolvem!?

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